Fiergs alerta para riscos de medidas que reduzem competitividade da indústria calçadista nacional

7 de mai - Economia


Ana Amélia tratou sobre o tema nesta segunda-feira com presidente da entidade

Fiergs alerta para riscos de medidas que reduzem competitividade da indústria calçadista nacional

Os impactos sociais e econômicos da redução do imposto de importação de calçados esportivos preocupam a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). O tema foi tratado, nesta segunda-feira (07), pela senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) e o presidente da entidade, Gilberto Petry, que ressaltou o envio de um documento ao governo federal alertando sobre os riscos dessa medida à indústria calçadista nacional.

O setor teme perder competitividade no mercado interno. A parlamentar gaúcha é autora de requerimento para debater redução do imposto de importação de calçados esportivos na Comissão de Assunto Sociais do Senado Federal. A audiência pública ocorre nesta terça-feira (8). Foram convidados o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima; a secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Marcela Carvalho; e os presidentes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein; e a presidente da Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, Marina Carvalho.

Também devem participar o secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados, Rogério Aquino; e o presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindfranca), José Carlos Brigagão do Couto.

De acordo com o Relatório Setorial da Indústria de Calçados 2018, a China produz mais da metade (54%) de todos os calçados do mundo atualmente, muito à frente da Índia, que produz 13,6%, Vietnã 4,7% e Brasil 4,4%, conforme dados de 2016. Em 2014, o Brasil produziu 981 milhões de pares de calçados, ficando em 904 milhões de pares em 2015 e 899 milhões em 2016. Os principais países consumidores, segundo o estudo, são China, Índia, Estados Unidos, Brasil e Japão. Enquanto a China consumiu 3,2 bilhões de pares de sapatos em 2016, o Brasil consumiu 796 milhões.

Fiergs alerta para riscos de medidas que reduzem competitividade da indústria calçadista nacional


Fonte: Agência Senado e Assessoria de Imprensa


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