Entrega simbólica de licença da Fepan garante investimento de R$ 450 milhões no Rio Grande do Sul

26/02/2016 - Economia


Ato ocorreu nesta sexta-feira, na Todeschini, em Bento Gonçalves, com a presença da senadora Ana Amélia

Entrega simbólica de licença da Fepan garante investimento de R$ 450 milhões no Rio Grande do Sul

A entrega simbólica da licença prévia (LP) concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) - com anuência do Ibama - para a fábrica de móveis Todeschini ocorreu no fim da tarde desta sexta-feira (26). A senadora Ana Amélia (PP-RS) participou do evento, que teve a presença do governador José Ivo Sartori, do prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin, e demais autoridades.

 A licença vai permitir que a Todeschini amplie a indústria de móveis planejados em um investimento de quase R$ 450 milhões, em Bento Gonçalves e Cachoeira do Sul.

O impasse em relação à licença ambiental envolvia o Ibama porque uma parte da Mata Atlântica, em Bento Gonçalves, precisava ser suprimida para a construção do empreendimento.

Sem a licença, a direção da fábrica estava cogitando em levar a Todeschini para Alagoas, no Nordeste. Mas na semana que passou, o Ibama resolveu a pendência em relação à questão e os dirigentes da indústria de móveis planejados decidiram ficar no estado. A análise do processo teve início em 2013 e, no Ibama, tramitava desde julho de 2015. 

A empresa aguardava a licença ambiental da Fepam, que lhe permitirá dobrar a atual planta de 54 mil metros quadrados para 138 mil metros quadrados, questão que só foi resolvida nos últimos dias. Agora, a Todeschini continuará investindo no estado e, dos R$ 450 milhões, um total de R$ 165 milhões serão aplicados na ampliação da fábrica de Bento Gonçalves. Os R$ 280 mil restantes serão destinados à construção de uma fábrica na localidade de Vila Vargas, em Cachoeira do Sul, onde a empresa possui uma área de 14 mil hectares para reflorestamento.

A senadora Ana Amélia fez um apelo aos representantes dos órgãos ambientais para que, sem abrir mão da preservação ambiental, vençam a burocracia para que o tempo de espera não seja longo e provoque o afastamento de outros empreendimentos do Estado.

A previsão, conforme o presidente do Conselho Administrativo da Todeschini, José Eugênio Farina, é que as obras durem cerca de dois anos e criem mais de mil empregos durante sua implantação.


Com informações da Assessoria de Imprensa do Governo do RS


Fonte: Agência Senado e Assessoria de Imprensa


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