Aumento da licença-paternidade dos militares para 20 dias segue para Plenário

11 de jul - Relações Exteriores


Relatório de Ana Amélia aponta que compartilhamento de tarefas entre pai e mãe é fundamental

Aumento da licença-paternidade dos militares para 20 dias segue para Plenário

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) aprovou nesta quarta-feira (11) o relatório da Senadora Ana Amélia (Progressistas-RS) favorável ao PLC 41/2018, que amplia de 5 para 20 dias o período de licença-paternidade para os militares. A análise segue para o plenário do Senado.

Ana Amélia apontou que é comum na carreira militar, devido a exigências profissionais, os períodos de afastamento da família que podem se prolongar por semanas ou até meses. Por isso ela entende que é importante aprovar a mudança na legislação, permitindo que os militares possam estar em casa por mais tempo após o nascimento de filhos.

— O compartilhamento de tarefas entre pai e mãe, num momento tão crucial, é fundamental, contribui inclusive para a diminuição de graves problemas como a depressão pós-parto. Hoje é assim, é mais que reconhecido que a divisão de responsabilidades é extremamente relevante no desenvolvimento saudável das crianças — destacou a senadora, acrescentando que nossa cultura ainda submete as mulheres a uma jornada tripla: trabalhar, cuidar dos filhos e da casa. Por isso, nada mais justo que, nos 20 primeiros dias da criança, "período mais crítico pra mãe e pro bebê", que o pai esteja disponível em tempo integral.

Por fim, a senadora manifestou seu entendimento de que o projeto não beneficia apenas os integrantes das Forças Armadas, mas a sociedade como um todo, porque "é fundamental que cuidemos daqueles que cuidam da nossa Defesa".

Acordos Internacionais

Ao final da reunião deliberativa, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), a Senadora Ana Amélia sugeriu que antigos acordos internacionais do Brasil com outros países, muitos com mais de cinco anos de assinatura, possam ser analisados pelo Congresso Nacional com mais celeridade. A parlamentar sugeriu que as análises sejam feitas em bloco, nas deliberações do plenário. Atualmente, existem, só no Senado, cerca de 30 acordos internacionais à espera da deliberação do plenário do Senado Federal. 

Fonte: Agência Senado e Assessoria de Imprensa


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