Ana Amélia pede cautela com 'pauta-bomba' e diz que é preciso responsabilidade para não agravar a crise

06/08/2015 - Economia


Senadora também comentou que o País ficou dividido por culpa do PT e criticou o não cumprimento das promessas eleitorais

Ana Amélia pede cautela com 'pauta-bomba' e diz que é preciso responsabilidade para não agravar a crise

Em pronunciamento nesta quinta-feira (6), a senadora Ana Amélia (PP-RS) disse que o Senado precisa agir com cautela na avaliação da chamada "pauta-bomba", que inclui projetos que elevam as despesas do governo. A aprovação dessas propostas, segundo Ana Amélia, pode piorar a situação "já delicada do país". Ela reafirmou sua independência em relação ao governo, mas garantiu estar disposta a ajudar de forma responsável para não agravar ainda mais a crise.

— Isso não significa abrirmos mão das nossas prerrogativas e do compromisso que temos com o país — analisou.

Para Ana Amélia, o apelo feito pelo vice-presidente, Michel Temer, para que “todos se dediquem a resolver os problemas do país” e os pedidos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para evitar a aprovação de projetos que elevem os gatos públicos são sinais evidentes da crise pela qual passa o Brasil.

— Não adianta fustigar ou tentar provocar ainda mais ou agravar ainda mais a situação que nós estamos vivendo. Quanto mais cautela tivermos, melhor será para o país — afirmou.

A senadora se disse especialmente preocupada com a situação do Rio Grande do Sul. Na última sexta-feira (31), o governador José Ivo Sartori anunciou o parcelamento dos salários de mais de 47% do funcionalismo estadual. Os servidores vão receber em três parcelas, a última delas no dia 25 de agosto.

— Essa crise vinda lá dos Pampas pode se espraiar pelo território brasileiro — advertiu.

Promessas não cumpridas

Ainda na tribuna, ao comentar declarações do senador Jorge Viana, que presidia a sessão no momento, em análise isenta de uma senadora independente, a senadora Ana Amélia disse que o País está dividido por culpa do PT, que criou uma forma de separar o Brasil.

— As pessoas reagem mal ao falar sobre o PT, pois muitas coisas que foram ditas na campanha não estão acontecendo conforme prometido — acrescentou.


Fonte: Agência Senado e Assessoria de Imprensa


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