Ana Amélia denuncia distribuição de panfletos mentirosos por sindicatos no Norte do RS

06/03/2017 - Geral


Na tribuna, senadora afirmou que a Reforma da Previdência não pode ser essa que o governo apresentou

Ana Amélia se posiciona a favor dos direitos dos trabalhadores na Reforma da Previdência

A senadora Ana Amélia (PP-RS) denunciou na tribuna, nesta segunda-feira (6), a distribuição de panfletos mentirosos e irresponsáveis na região Norte do Rio Grande do Sul. O material distribuído por sindicatos e centrais sindicais afirma que determinados parlamentares são da base do governo e votarão a favor da Reforma da Previdência, entre eles a senadora gaúcha. Ana Amélia, porém, tem postura independente no Senado e afirmou que a Reforma da Previdência não pode ser essa que o governo mandou para o Congresso. Acrescentou que não votará pela retirada de direitos dos trabalhadores.

— A proposta nem chegou ao Senado e ninguém sabe como sairá da Câmara. Assinei e apoio a instalação de CPI da Previdência e estou comprometida com os direitos dos trabalhadores. Sindicatos não recebem dinheiro público para atacar parlamentares com difamação e calúnia — disse.

Além da lista para instalação da CPI da Previdência no Senado, que contém 30 assinaturas até o momento, Ana Amélia ressaltou que foi a primeira senadora a assinar o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar desvios de verbas, fraudes, sonegação e outros tipos de irregularidades nos benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

— Fui a primeira a subscrever a CPMI, que junta Câmara e Senado, para o debate sobre essa questão da Previdência. Aí, a CUT e o Sindicato dos Metalúrgicos fazem um papel desses! Irresponsável, mentiroso, caluniador. Para quê? Para tentar manchar a imagem de parlamentares que estão comprometidos em resguardar os direitos dos trabalhadores — criticou.

Incoerência

Ana Amélia ainda cobrou coerência da oposição, que durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, entre 1994 e 2002, criticou o fator previdenciário, mas não fez alterações na base de cálculo para as aposentadorias por tempo de contribuição e por idade durante o período em que esteve no poder.

—  A oposição, que não sabe governar, sabe duas coisas: gastar errado o dinheiro público e fazer oposição. O mesmo partido que demonizou o fator previdenciário ficou 13 anos no poder e não tirou o fator previdenciário. Cadê a coerência? — criticou.


Fonte: Assessoria de Imprensa


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